Educação em Engenharia de Produção

O ENSINO DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO NO BRASIL FRENTE A UM MERCADO VOLTADO PARA ATITUDES EMPREENDEDORAS, PENSAMENTO INOVADOR E SUSTENTABILIDADE

Por Paulo Gustavo Coutinho de Araújo

É conhecido o vínculo direto existente entre o desenvolvimento tecnológico e econômico de uma nação e a formação de profissionais na área das engenharias visto que através destes são promovidas ações de inovação tecnológica, fundamentais para obtenção de resultados positivos no desenvolvimento de qualquer economia. Além disso, nas últimas décadas, os mercados mundiais de todos os segmentos têm apontado cada dia mais para a necessidade de se pensar e agir de maneira sustentável.

Por outro lado, o Brasil compõe atualmente o quadro das principais economias emergentes do mundo, junto à China, Índia e à Rússia, formando o bloco conhecido por BRIC, que é uma sigla formada pelas iniciais dos quatro países citados. Juntos, estes países são responsáveis por cerca de 40% da população e 49% da economia mundial [estimativa para 2010 segundo Horst Bergmann]. O BRIC é responsável ainda pela formação de 700 mil engenheiros por ano, considerando todas as ênfases dos cursos de engenharia.

Paralelamente, os avanços tecnológicos têm permitido adequadamente a integração de sistemas ante a superespecialização, o que se traduz em maior exigência, por parte do mercado, de profissionais com ampla habilitação nas técnicas e nos princípios da Engenharia de Produção, segundo Furlanetto et al., [2006], em busca de aperfeiçoar o desempenho da alocação dos recursos disponíveis – materiais, recursos humanos, energia e capital – possibilitando maior agregação de valor na totalidade dos processos. Considerando o cenário atual, parte-se do pressuposto de que a cada dia exige-se maior atenção às demandas do mercado quanto a questões ligadas ao desenvolvimento de maneira sustentável e a prática de ações empreendedoras que promovam constantemente a inovação como uma filosofia dentro das organizações.

Nesse contexto, resolvemos procurar entender como os cursos de Engenharia de Produção do Brasil estão lidando com a atualização de seus conteúdos programáticos de maneira a capacitar os novos profissionais da Engenharia de Produção para atender as novas necessidades que o mercado demanda.

A Engenharia de Produção

Com o advento da Revolução Industrial [Século XVIII], surgiram poderosas máquinas industriais movidas a vapor, o que possibilitou que os produtos fossem produzidos em grande quantidade. No entanto, a partir de então, foi preciso organizar essa produção para evitar a instalação do caos nas indústrias. Foi quando entraram em cena os pioneiros Frank Gilbreth e Winslow Taylor que desenvolveram estudos sobre aumento da produtividade e redução dos tempos e movimentos de operários na fabricação de peças: estava dado então o ponta pé inicial da então chamada Engenharia Industrial, conhecida atualmente no Brasil como Engenharia de Produção.

Diferentemente de outras engenharias, as funções do engenheiro de produção não são de fácil percepção aos menos afeitos ao tema. Tem-se então a definição mais utilizada de Engenharia de Produção, segundo a American Industrial Engineering Association [definição traduzida por FLEURY, 2008]:

A Engenharia de Produção trata do projeto, aperfeiçoamento e implantação de sistemas integrados de pessoas, materiais, informações, equipamentos e energia, para a produção de bens e serviços, de maneira econômica, respeitando os preceitos éticos e culturais. Tem como base os conhecimentos específicos e as habilidades associadas às ciências físicas, matemáticas e sociais, bem como aos princípios e métodos de análise da engenharia de projeto para especificar, predizer e avaliar os resultados obtidos por tais sistemas. [FLEURY, In: BATALHA, 2008].

Assim, o engenheiro de produção possui a característica principal de atuar na produção propriamente dita, ou seja, enquanto as outras engenharias atuam na fase de invenção de novos produtos, processos e acima de tudo, de novas tecnologias que serão colocadas em prática na produção, o profissional engenheiro de produção atua muito mais em reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos, cuidar da distribuição e da gestão dos processos produtivos em geral.

No Brasil, a Engenharia de Produção é dividida nas seguintes subáreas:

Engenharia de Operações e Processos de Produção; Logística; Pesquisa Operacional; Engenharia da Qualidade; Engenharia do Produto; Engenharia Organizacional; Engenharia Econômica; Engenharia do Trabalho; Engenharia da Sustentabilidade e por fim a subárea de Educação em Engenharia de Produção.

A Era do Desenvolvimento Sustentável

A partir da década de 1970 surgiu efetivamente a busca pela proteção de grandes componentes da natureza, onde indivíduos de todo o globo voltaram a atenção para a água, o ar e as florestas. Algumas eventualidades significantes ocorreram a partir de então tais como o Acordo de Copenhague [1971]; a Convenção de Bruxelas [1971]; a Convenção de Ramsar [1971]; a publicação da Carta Mundial da Natureza [1982]; o Tratado de Windhoek [1992]; o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio – NAFTA [1992]; a constituição da Organização Mundial de Comércio – OMC [1994]; a ECO 92 ou RIO 92 [1992].

Percebe-se que as décadas de 1970 a 1990 configuram o despertar das nações para a preocupação com o meio ambiente, porém, há de se considerar o fato de que a problemática com os recursos naturais nestes períodos foi caracterizada pela participação quase exclusiva de países ricos. A participação de países em desenvolvimento e até mesmo de países subdesenvolvidos se deu já no início do Século XXI, quando já não se pode ignorar o fato de que as nações dependem da conservação do meio ambiente para poderem se desenvolver e estar aptas à sobrevivência das gerações futuras [TAKEDA, 2009].

Por outro lado, no caso específico do Brasil, quando no início da década de 1990 houve a abertura do mercado para a importação de produtos que também eram produzidos por empresas nacionais. Estas passaram por grandes dificuldades para permanecerem competitivas no mercado. Antes desse acontecimento, as empresas brasileiras se sentiam protegidas pela política pública do governo federal que tornava praticamente impossível a entrada de produtos importados no país. A partir de então, as empresas de origem nacional perderam automaticamente o paternalismo por parte do governo neste aspecto e passaram a competir diretamente com empresas de todo o mundo. Frente a essas dificuldades, as organizações de origem nacional precisaram recorrer a outras formas de atuação, havendo a necessidade de investir urgentemente em várias medidas que as mantivessem competitivas. Estas medidas incluem investimentos em tecnologias e mão-de-obra importadas assim como em pesquisa e desenvolvimento, buscando promover a inovação.

Sobre o desenvolvimento Goulet [1996] diz que este só tem autenticidade quando é possível torná-lo sustentável e essa sustentabilidade precisa ser garantida em três domínios, a saber:

· O Econômico – cuja viabilidade depende do uso de recursos que não se esgote irreversivelmente e de um padrão de manejo do lixo resultante da produção que não destrua a vida;

· O Político – baseada na conscientização de todos os membros da sociedade acerca da necessidade da viabilização de um sistema político pautado na busca do bem comum e não interesses particulares;

· O Social e Cultural – centrados na proteção aos fundamentos da vida comunitária. Nesta perspectiva, o debate sobre o desenvolvimento sustentável se acentua, pois o planeta não é uma fonte inesgotável de recursos e os impactos já estão visíveis no grande acúmulo de lixo, poluição dos rios e oceanos, aquecimento global, e extinção de algumas espécies de fauna e flora.

Considerações sobre os Procedimentos Metodológicos

Esta pesquisa foi desenvolvida no ano de 2010 baseada em informações oficiais, segundo um amostra, das instituições que oferecem [iam] os então 348 cursos de Engenharia de Produção no Brasil. A amostra foi composta de 86 cursos, ou seja, aproximadamente 25% dos cursos brasileiros de EP.

Maiores informações sobre os Procedimentos Metodológicos, baixar trabalho na íntegra clicando aqui.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Evolução dos cursos de EP no Brasil

Os itens a seguir apresentam os números e análises sobre os cursos que foram pesquisados na amostra, no tocante às quatro áreas a saber: Ética e Responsabilidade Social; Gestão Ambiental; Empreendedorismo e Gestão da Inovação.

Ética e Responsabilidade Social

No que diz respeito aos componentes curriculares relacionados à Ética e Responsabilidade Social, foi possível observar que dentro da amostra completa, este conteúdo é ausente em 23 cursos. Outros 26 cursos apresentam até 40 horas dedicadas ao tema, enquanto nove apresentam de 41 a 60 horas e mais 28 apresentam mais de 60 horas. As porcentagens referentes a esses números podem ser vistas detalhadamente na figura a seguir:

Distribuição das cargas horárias referentes ao tema Ética e Responsabilidade Social

Ética e Responsabilidade Social é um tema que tem crescido bastante em termos de importância na formação dos profissionais de Engenharia de Produção. Se feita comparação, é possível observar que a situação melhorou consideravelmente em relação aos resultados da pesquisa feita em 2005 por Furlanetto et al. (2006), onde na oportunidade em que foram identificados 18 cursos dos 48 pesquisados que apresentavam disciplinas voltadas ao tema, ou seja, 37,5% dos cursos. Já em 2009, este resultado subiu para aproximadamente 74% dos cursos. Um crescimento bem razoável que coloca os cursos de graduação em Engenharia de Produção do Brasil em uma situação bem melhor que cinco anos atrás, no entanto, faz-se necessário a implementação de ações que melhorem este índice no intuito de atingir a totalidade dos cursos.

Gestão Ambiental

Quanto ao componente curricular gestão ambiental observou-se que apenas três (3,48 %) cursos não apresentam componentes curriculares que contemplam o tema, ou seja, a maior parte dos cursos oferecem conteúdos voltados ao tema ambiental. Destes, 21 possuem até 40 horas, 14 possuem de 41 a 60 horas e a maior parte, isto é, 48 cursos possuem acima de 60 horas dedicadas ao ensino do tema. As porcentagens referentes a esses números podem ser vistas detalhadamente na figura a seguir:

Distribuição das cargas horárias referentes ao tema Gestão Ambiental

Analisando a questão relacionada com a área Gestão Ambiental, percebe-se que esta teve bastante atenção nos últimos cinco anos. Em 2005, de 48 cursos pesquisados, apenas 17 apresentavam conteúdo voltado para o tema, ou seja, pouco mais de 35% [FURLANETTO et al., 2006]. Já em 2009, este resultado passou para 96,5% desses cursos, isto é, 83 de 86 cursos pesquisados apresentam conteúdo de Gestão Ambiental.

Esta realidade parece ter relação direta com a exigência das atuais diretrizes curriculares do MEC. Assim, percebe-se que os de Engenharia de Produção do Brasil estão bem providos de conteúdo voltado ao tema.

Empreendedorismo

Dos cursos pesquisados foi possível identificar que 46 (53,49 %) deles possuem componentes referentes ao tema empreendedorismo em suas estruturas curriculares. Destes, 16 possuem até 40 horas, outros 15 possuem de 41 a 60 horas e 15 possuem acima de 60 horas dedicadas ao ensino do tema. No entanto, o restante, isto é, 40 cursos não apresentam nenhuma disciplina referente à área de empreendedorismo. A representação gráfica dessas porcentagens é apresentada na figura a seguir:

Distribuição das cargas horárias referentes ao tema Empreendedorismo

Considerando que a área das engenharias é responsável por grande parte do desenvolvimento de novas tecnologias, a visão empreendedora é fundamental neste sentido. Além disso, no futuro próximo, após sair da universidade, os egressos vão invariavelmente ter de enfrentar o mercado e em muitas situações serão cobradas atitudes empreendedoras de sua parte.

Segundo Furlanetto et al. [2006], disciplinas voltadas à área de empreendedorismo eram presentes em apenas 33,33% dos cursos até o ano de 2005. Desse tempo em diante, muitos novos cursos foram criados e a situação melhorou consideravelmente. No entanto, embora o conteúdo empreendedorismo esteja presente em pouco mais da metade dos cursos pesquisados, este resultado precisa continuar melhorando visto que ainda se encontra distante de atender a realidade do mercado atual.

Gestão da Inovação

Em relação à gestão da inovação foi possível identificar que apenas 21 [24,42 % dos pesquisados] cursos apresentam componentes curriculares voltados ao tema, ou seja, pouco mais de 24%. Destes, sete possuem até 40 horas, outros 13 possuem de 41 a 60 horas e um possui acima de 60 horas dedicadas ao ensino do tema. Porém 65 cursos não apresentam nenhuma disciplina referente à área de inovação. As porcentagens referentes a esses números podem ser vistas detalhadamente na figura a seguir:

Distribuição das cargas horárias referentes ao tema Inovação

Dos quatro temas pesquisados, este é o que apresenta situação mais grave. De acordo com Furlanetto et al. [2006], apenas oito de 48 cursos pesquisados no ano de 2005 apresentavam conteúdo dedicado ao tema, ou seja, 16,6%. Em 2009, esta relação subiu para aproximadamente 25%, no entanto, continua muito baixa, principalmente considerando a relevância do tema para as empresas. Portanto, muito embora o ambiente esteja a exigir bastante das empresas e, conseqüentemente, dos próprios profissionais da Engenharia de Produção, as mudanças nos processos e produtos acontecem constantemente, e dessa forma pode-se afirmar que as estruturas curriculares estão suficientemente distantes da realidade do mercado, sendo motivo de preocupação, principalmente no momento atual em que o Governo lançou a não muito tempo a Lei da Inovação e a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior [PITCE].

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao longo do desenvolvimento deste trabalho de pesquisa, verificou-se que a situação dos cursos de graduação em Engenharia de Produção oferecidos no Brasil, quanto às questões relacionadas com as áreas objeto de análise, melhorou consideravelmente entre os anos de 2005 e 2009, havendo, entretanto, a necessidade da implementação de inúmeras outras melhorias.

a] Quanto às Áreas Gestão Ambiental, Ética e Responsabilidade Social

É possível observar que estas áreas vem sendo mais bem exploradas em termos relativos e absolutos, de forma que os egressos da graduação em Engenharia de Produção das instituições brasileiras de ensino superior contam, em sua formação, com informações relevantes sobre o desenvolvimento sustentável como parte da base fundamental, o que, se depender desses profissionais, possibilitará o país se desenvolver economicamente de maneira sustentável, gerenciando os processos com consciência ambiental e social, buscando sempre reduzir os níveis de poluição no meio ambiente, inevitavelmente causado pelos processos industriais assim como tendo maior preocupação com o lado social, oferecendo contribuições à sociedade como contrapartida de seu desenvolvimento;

b] Quanto às Áreas Empreendedorismo e Gestão da Inovação

Sabe-se que a inovação é como uma é fundamental para o desenvolvimento de qualquer empreendimento visto que ela agrega valor e promove a alavancagem econômica em curto prazo, podendo ser considerada o caminho mais curto para o crescimento, inclusive de micro e pequenas empresas.

Nesse sentido, as questões relacionadas com a inovação e o empreendedorismo nos cursos brasileiros de Engenharia de Produção são tratadas de forma bastante tímida. Um pouco mais da metade desses cursos, dedicam conteúdos voltados ao tema empreendedorismo e, apenas uma pequena minoria, trata da gestão da inovação.

Olhando para o futuro, pelo menos em curto prazo, é possível imaginar o Brasil como um país que continuará sem conseguir identificar o verdadeiro valor da inovação, abrindo mão da pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores, provocando a necessidade de importar tecnologias e mão-de-obra especializada para o desenvolvimento de muitas atividades e, infelizmente, abrindo mão do potencial da inovação sob o aspecto econômico.

Recomendações

Faz-se necessário que coordenações e colegiados de cursos dêem maior atenção a estes temas nas reformulações de seus Projetos Pedagógicos de Curso [PPCs], de maneira a alcançar um índice maior em suas estruturas curriculares, oferecendo aos egressos da área, melhores condições para enfrentar o mercado que, invariavelmente vai exigir atitudes inovadoras e, acima de tudo, empreendedoras dos mesmos.

Além desses temas fundamentais, recomenda-se a implementação de conteúdos que envolvam os temas: Lógica e Língua Inglesa, visto que nos processos de recrutamento de grandes empresas, são feitos testes que os envolvem e são classificatórios e eliminatórios.

Sugestões para Trabalhos Futuros

Sugere-se que sejam feitos estudos semelhantes envolvendo os cursos de graduação em engenharia de produção oferecidos por países que compõem o chamado Bloco Econômico “BRIC”. No caso, Rússia, Índia e China, verificando-se como os mesmos estão se comportando com relação aos quatro temas tratados neste trabalho de pesquisa: Gestão Ambiental, Ética e Responsabilidade Social, além de Empreendedorismo e Gestão da Inovação, culminando com a obtenção de informações que permitam a elaboração de um quadro comparativo entre estes países.

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